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Projeto sinistro de poder usa caso Flávio como bandeira

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O “Caso Flávio” teve nesta  segunda-feira seu dia de representação teatral diante de um seleto grupo de espectadores. A reconstituição do assassinato do engenheiro de 42 anos,  supostamente ocorrido no condomínio Passaredo e adjacências, reacende ânimos que pareciam acalmados após 50 dias de sua morte.

Familiares e amigos clamam por justiça, com razão. Querem uma definição do culpado ou culpados pelo assassinato. A perda maior é deles, que ficaram sem um ente querido.

Mas uma parte da mídia e grupos de interesse, entre os quais os da política, entram na briga por um espaço que consideram um ‘filão eleitoral’. A sucessão do prefeito de Manaus.

Para esses grupos pouco importa a dor da família de Flávio. Seu objetivo é atingir o prefeito Arthur Neto e a primeira dama Elizabeth Valeiko. De imediato apontam “o filho da primeira dama e o enteado do prefeito” como culpado, quando a Policia, que investiga o caso, ainda não conseguiu sequer concluir o inquérito instaurado há 50 dias.

Pouco importa para eles o clamor de justiça, legitimo, dos familiares de Flávio. Importa o projeto sinistro de poder, dividindo e insuflando a opinião pública através de canais digitais  sem compromisso nenhum com a verdade.

Mais do que Alejandro  e os outros suspeitos, o que esses grupos tentam colocar no banco dos réus é o prefeito de Manaus e a primeira dama  Elizabeth Valeiko. Jogam um jogo perigoso, que atenta contra  a verdade, contra a justiça e contra o trabalho que a Polícia vem tentando  fazer  de modo ordenado. Mas sem êxito.


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